Parceria

Cadeia produtiva do açaí será beneficiada por acordo entre instituições

O objetivo é apoiar os batedores de açaí e produtores rurais de Belém, Ananindeua e dos municípios de São Sebastião da Boa Vista, Muaná e Curralinho, no arquipélago do Marajó

Vinte instituições ligadas à cadeia produtiva do açaí na região Metropolitana e no Marajó reuniram-se em prol do desenvolvimento do setor e estabeleceram a meta de executar ações com foco em gestão, inovação e acesso a mercado até 2018, que foram pactuadas no Acordo de Resultados assinado na última sexta-feira, 07, em Belém.  

A iniciativa faz parte do projeto Crescer no Campo, desenvolvido pelo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Pará em parceria com instituições públicas e privadas, além de entidades do segmento, e será executada no biênio 2017/2018.

O objetivo é apoiar os batedores de açaí e produtores rurais de Belém, Ananindeua e dos municípios de São Sebastião da Boa Vista, Muaná e Curralinho, no arquipélago do Marajó. Ao todo serão atendidos 162 pequenos negócios rurais, sendo 50 microempresas de batedores de açaí e 112 produtores rurais

De acordo com o diretor-superintendente do Sebrae no Pará, Fabrizio Guaglianone, a proposta do acordo é fortalecer o desenvolvimento desta importante cadeia produtiva, por meio do aumento da produtividade, faturamento e oportunidades de negócios nos pequenos empreendimentos rurais do segmento.

“Nesta parceria, buscamos aumentar o faturamento bruto dos empreendimentos em 10% até dezembro de 2017 e 15% até dezembro de 2018, tendo como base o ano de 2016. Além disso, vamos focar a qualidade da gestão dos empreendimentos rurais dessa cadeia produtiva para estimular a geração de negócios dentro e fora do estado”, disse Guaglianone

O Pará é o maior produtor nacional de açaí, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Somente na Região Metropolitana de Belém, há cerca de dez mil pontos de venda de açaí, que produzem uma média diária de 200 quilos de resíduos (caroços) cada, com um volume total diário em torno de 1,6 a 2 toneladas, podendo chegar a 550 mil toneladas ao ano.

Parceiros

Além do Sebrae, participam do projeto a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa)a prefeitura de Belém, através da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), e as prefeituras de Ananindeua, de São Sebastião da Boa Vista, de Muaná, e de Curralinho, a  Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará),  a  Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará ( Emater/PA), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária da Amazônia Oriental (Embrapa), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Pará - Senar/PA, o  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)   o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Pará (OCB/Sescoop-PA),  a Cooperativa Agroextrativista da Veneza do Marajó - Copavem, a Cooperativa Agroextrativista de Muaná- Marajó - Copmar, a Cooperativa de Ribeirinhos Extrativistas Agroindustrial do Marajó)

 

Acordo 

Outro Acordo de Resultados firmado neste mês, no dia 4, foi o do Projeto “Desenvolvimento da Cadeira Produtiva do HPPC”, com o objetivo de aumentar a competitividade de pequenos negócios ligados ao segmento de produtos de Higiene Pessoal, Perfumes e Cosméticos (HPPC). O evento foi realizado na Fiepa, em Belém, com a participação de instituições públicas e privadas, associações, sindicatos e empresas do segmento integrante do projeto.

O foco é o desenvolvimento da cadeia de valor da indústria de cosméticos na Região Metropolitana de Belém e na Ilha do Marajó, de forma sustentável e inovadora.

A intenção é atingir os mercados nacional e internacional, a partir da valorização da cultura, da tradição e da biodiversidade amazônica.

 

 

Mais informações 

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